Jared Dimond conta história de civilizações que acabaram extintas ou quase extintas por terem tomado decisões erradas do ponto de vista ecológico. Essa é a proposta de Colapso, aprender com os erros do passado para não repetí-los no futuro. Foi a primeira vez em que li um livro do gênero e fiquei muito impressionada com a história da Ilha de Páscoa, que teve sua população quase totalmente extinta devido ao fato de ter quase a totalidade de suas árvores arrancadas para tranportar os gigantescos Moais, as famosas estátuas misteriosas da ilha. O autor nos leva a uma reflexão impressionante nessa história: o que será que pensou ou disse o morador que cortou a última árvore da ilha? Será que ele tinha consciência do que representaria aquelas derradeiras machadadas?
Acho que infelizmente Colapso é uma leitura obrigatória para que as pessoas vejam a importãncia de compreender os limites do nosso planeta. Quanto mais as tecnologias avançam, mais os povos querem também usufruir das vantagens da vida moderna. Mas é preciso parar para pensar como resolver esse dilema pois o planeta não tem como suportar mais produção de resíduos do que já suporta. Isso equivale a dizer que se todos os povos no planeta melhorassem sua qualidade de vida, da forma como entendemos que uma boa vida deve ser, o planeta entraria em colapso pois não seria possível suportar uma China inteira descartando resíduos na ritimo de um Estados Unidos, por exemplo.
Para tudo há um tempo na vida. Agora é tempo de ser ecochato se preciso. Quem tem um filho, um sobrinho, um neto, enfim, quem ama qualquer criança neste mundo sabe do que estou falando.

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